Mercado imobiliário no Nordeste

Cerca de 51 milhões de pessoas vivem nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, na Região Nordeste do Brasil. Esses estados se destacam por seu enorme potencial turístico. E, nos últimos anos, a região vem ser tornando uma das melhores opções para investidores estrangeiros que querem ganhar dinheiro no mercado imobiliário brasileiro.

Empresas do mercado imobiliário e construtoras investem em qualificação

Para atender esta crescente demanda do setor imobiliário na região, diversas construtoras e companhias da área imobiliária estão investido cada vez mais em quesitos com qualificação por causa de clientes cada vez mais exigentes e seletivos. Empreendedores estrangeiros veem na região Nordeste um mercado bastante promissor, principalmente para investimentos no mercado de hotelaria e em construções residenciais. Cidades como Natal, no Rio Grande do Norte; Fortaleza, no Ceará e Salvador, na Bahia, têm atraído, nos últimos anos, investidores norte-americanos, ingleses, espanhóis, suecos e italianos, principalmente.

Capital do Ceará se destaca no setor imobiliário

De acordo com especialistas da área imobiliária, Fortaleza, capital do Ceará, vem se destacando com um dos mais promissores destinos para investir em imóveis. A capital cearense tem uma ótima infraestrutura e uma rede de hotéis dos mais modernos do Brasil. Grupos internacionais das áreas de turismo e imobiliária, ainda segundo especialistas, investem vigorosamente na região Nordeste, que será em um futuro próximo um dos mais procurados destinos de turismo do mundo. A tendência da região, nos próximos anos, também é se consolidar como um dos locais mais demandados como segunda residência. O Nordeste é privilegiado pela geografia. Dentre todas as regiões brasileiras, o Nordeste é região que tem maior proximidade com o mercado do continente europeu. A região conta com nove aeroportos internacionais, que são peças fundamentais para viabilizar negócios nas áreas de turismo e imobiliária.

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A nova realidade do Nordeste

O crescimento da economia nos estados da região Nordeste do Brasil pode ser medido pela aceleração da taxa de empregos criados com carteira assinada, que tem acontecido nos últimos anos. Este momento positivo tem relação direta com o desenvolvimento dos setores da construção civil e da rede varejista, que vem tendo investimentos significativos na região.

Classe média impulsiona crescimento dos estados do Nordeste

No ano passado, os estados nordestinos tiveram 34% de todas as vagas criadas no segmento da construção civil no país. Esta explosão de crescimento da economia pode ser atribuída à nova realidade das classes C e D. Com mais poder de compra, a classe média brasileira foi preponderante para a expansão do mercado varejista, sobretudo as grandes redes de varejo instaladas na região Nordeste. De acordo com economistas, os estados do Nordeste foram responsáveis pela criação de 114 mil novas vagas de emprego com carteira assinada, em 2009 e 2010. Este dado representou quase um terço das vagas criadas em todo o Brasil. No país, durante o mesmo período, 333 mil novos postos de trabalho formal foram gerados. Este crescimento da economia dos estados nordestinos contribuiu para nascer uma nova realidade no econômica-social no país. Com isso, o fluxo de migração da população do Nordeste para outras regiões do Brasil, sobretudo, para o Sudeste, vem reduzindo significativamente nos últimos anos.

Taxa de desemprego cai na região

O crescimento da economia no estado de Pernambuco é o mais significante da região, com o maior índice de crescimento. A Bahia tem a segunda maior taxa de crescimento da economia. O terceiro melhor índice é do estado do Ceará. O desenvolvimento do três estados reflete diretamente na taxa de emprego e desemprego no Nordeste. No fim do ano passado, o Recife e sua região metropolitana teve uma taxa de desemprego de 8,4%. No Ceará, por exemplo, em 2001, a taxa de desemprego era de 7,1%. Em 2009, o índice foi de 6,8%.

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Economia caseira

Ter gastos equilibrados. Esta é a principal dica para pessoas que não param de ter pesadelos com prestações atrasadas, contas vencidas e salários insuficientes para o mês. E para equilibrar a vida financeira, o primeiro passo e fazer uma economia que começa dentro da própria casa.

Os primeiros passos para uma economia doméstica

A organização é fundamental para conter os gastos desnecessários. Para começar uma economia doméstica, é preciso ter certeza de quais são os gastos rotineiros. É necessário saber exatamente para onde está o dinheiro. Em seguida, as pessoas precisam ficar atentas ao consumo em supermercados, compras em shoppings e gastos com alimentação. Planejar o que é realmente necessário comprar começa com uma lista dos itens. Outra dica, é sempre ir ao supermercado depois de se alimentar. O simples fato de ir às compras com fome acaba por fazer as pessoas comprarem mais alimentos do que o necessário. Antes de comprar, é preciso verificar os preços com antecedência. O ideal é comprar em vários lugares, aproveitando sempre os melhores preços. Outros grandes gargalos na economia doméstica são os gastos com água e energia elétrica. No caso da água, o ato de fechar a torneira durante a escovação dos dentes ou reduz muito o consumo. Ao lavar a louça as pessoas também devem fechar as torneiras enquanto ensaboam as vasilhas.

Uso adequado do chuveiro elétrico

Para a economia de energia elétrica, a primeira medida é trocar as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes. A diferença de consumo de energia de uma para a outra é de quase 80%. O uso inadequado do chuveiro elétrico também é outro grande vilão da economia doméstica. O recomendável é utilizar o chuveiro em sua posição correta de verão e inverno. Lâmpadas acesas sem necessidade, aparelhos de televisão ligados em ambientes onde não há pessoas assistindo são hábitos que contribuem para o aumento do consumo de energia elétrica. Evita-los, obviamente, é uma significante economia. Outra dica importante para uma boa economia doméstica é o controle do uso do telefone. Um boa economia é falar ao telefone em horários econômicos, ou seja, aqueles de menor tarifação para ligações interurbanas. Essas simples mudanças de hábito vão refletir em uma boa economia doméstica. O resultado de novos hábitos de consumo vai fazer com sobre um pouco mais de dinheiro no final de cada mês.

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O mercado de consultoria no Brasil

O início da década de 1990, durante o governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, a economia brasileira foi marcada por profundas mudanças na economia. Empresas estatais foram privatizadas e foram obrigadas a reverem seus modelos de gestão para enfrentar o surgimento de um mercado altamente competitivo. O cenário propiciou a consolidação do setor de consultoria no país.

Mercado competitivo gera oportunidade para serviço de consultoria

O processo de privatização das estatais brasileiras forçou muitas organizações a buscarem um modelo mais moderno de gerenciamento de suas atividades. A nova realidade da economia e mercado brasileiro obrigou as empresas a se adaptarem e encontrarem meios de sobreviverem no mercado. Consultorias de profissionais especializados começaram a ser muito demandadas. A economia globalizada obriga as organizações a investirem cada vez mais em qualidade, inovação e produtividade. Estas empresas precisam encontrar soluções diversas a cada momento. Contratar um profissional de consultoria, que tem uma visão externa da empresa, é o caminho encontrado por elas.
Atualmente, o Brasil tem o setor de consultoria mais sólido entre todos os países latino-americanos. Os serviços de consultoria no Brasil, de acordo especialistas, vão se manter com enorme demanda durante os próximos dez anos. O motivo é o contínuo crescimento da economia brasileira. Especialistas apontam como oportunidades para serviços de consultoria no Brasil e nos países latino-americanos os setores de bens de consumo, serviços financeiros, energia, saúde e setor público. Os serviços de gestão operacional, recursos humanos, informação e tecnologia e consultoria de negócios também são áreas promissoras.

Copa do Mundo e Olimpíadas vão demandar serviços de consultoria

Os grandes eventos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 vão gerar excelentes oportunidades para fomentar o setor de consultoria no Brasil. O mercado de consultoria ainda é promissor para profissionais com boa qualificação. Mas é necessária uma permanente preocupação com a especialização técnica. O profissional que quiser de sobressair no mercado de consultoria também vai ter que se aprimorar cada vez mais em sua capacidade de transmitir conhecimentos sobre os mais variados problemas de gestão em organizações públicas e privadas.

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